22/02/2016

Programa Escolha a Sua Vida e Seja Muito Feliz Com as Suas Escolhas!!!

Depois de tanto tempo...
Descobri outro dia sem querer, a Paula Abreu e seu Programa Escolha a Sua Vida...tudo haver com este blog e meu modo de pensar!!

Escolher a sua Vida, "Sua" de mais ninguém... pois minguem neste mundo pode apontar o que fazer e decidir por você!!!
Todo dia ao fazer escolhas conscientes e sendo feliz com elas, vamos dando passos em direcção a nossa real missão aqui na Terra: sermos felizes e fazermos os que estão a nossa volta felizes também!!!

Se estiverem interessadas (os) em alguma mudança positiva, entrem em: http://programaescolhasuavida.com.br/esv-treinamento-gratuito

Seja MUITO FELIZ COM AS SUAS ESCOLHAS, sejam elas quais forem!!!

Um abraço com muito carinho,
Raquel

26/08/2014

13/08/2013

"Perdão- O caminho da Felicidade" (de Nelson Moraes orientado por Aulus)


O PORQUÊ DO PERDÃO

Com os inegáveis avanços da ciência, o homem, em seus arroubos de grandeza, gasta valiosos recursos tentando ampliar seu domínio ao espaço cósmico, sem ao menos ter aprendido a viver no diminuto espaço que ocupa na sociedade onde convive com o seu semelhante.

Cada presídio construído no mundo comprova essa realidade, atestando o grau de ignorância em que ainda se encontra o homem na Terra. Não falamos da ignorância cultural ou inocente, mas da mais grave de todas as ignorâncias que predomina não só entre os incultos, mas principalmente nos meios ditos esclarecidos.

A tecnologia encurtou distâncias e ampliou as comunicações, proporcionando ao homem tomar conhecimento em poucos instantes de tudo o que acontece no mundo. Entretanto, com todos esses recursos, por incrível que pareça, a grande maioria dos homens ainda continua ignorante da sua real natureza e da verdadeira finalidade da vida.

É essa a ignorância que contribui para o aumento da criminalidade e o crescimento constante da população carcerária em todo o mundo. Se analisarmos o problema da criminalidade de forma um pouco mais profunda, vamos perceber que, na verdade, não existem criminosos, o que existe são dois tipos de vítimas dessa ignorância: a vítima passiva e a vítima activa.

Os violentos, os desonestos, os corruptos, e os criminosos de toda sorte são as vítimas activas que, sem compreenderem o verdadeiro significado da vida, acham-se no direito de tomar para si o que não conseguiram conquistar pelos meios adequados e justos.

Vítimas da própria ignorância, serão julgados no tribunal da própria consciência onde o remorso os condenará a duras penas que poderão representar séculos de sofrimentos até que, como vítimas da violência que usaram hoje, resgatem seus crimes no futuro.

Por outro lado, menos doloroso, nossos irmãos que sucumbiram como vítimas passivas, provavelmente, são criminosos de outrora que retornaram ao mundo físico para resgatarem a consciência atormentada pelos crimes cometidos em encarnações passadas. Como vítimas hoje, retornaram ao mundo espiritual aliviados em suas consciências.

Aqueles que sofreram da violência apenas prejuízos morais, materiais ou físicos, com certeza, submeteram-se a provações que, se compreendidas, servirão de lastro para grandes conquistas na renovação dos seus sentimentos, resgatando os equívocos cometidos no pretérito.

Analisando as duas situações, percebe-se que o ser humano, em qualquer circunstância, é sempre uma vítima de si mesmo e da sua ignorância; além disso, o mal que pratica acaba servindo aos propósitos divinos no cumprimento das suas leis sábias e justas que punem os criminosos de ontem, através dos criminosos de hoje. Todos são dignos da nossa compreensão!

Até que consigamos superar esse período de ignorância espiritual em que vive a maioria dos seres encarnados, os cárceres, os hospitais e os manicómios estarão sempre lotados.

Não quero, sob esse argumento, isentar da culpa aqueles que optaram pelos caminhos do crime, mas apenas chamar a atenção a um sentimento que, estimulado pela média, parece se generalizar na grande maioria das mentes desprevenidas. Trata-se da ideia de que os criminosos são seres à parte do contexto social e incapazes de qualquer recuperação.

Não podemos generalizar e nem tão pouco esquecer de que, há menos de cento e cinquenta anos, as leis humanas permitiam a muitos de nós, reencarnados naquela época, dar os filhos recém nascidos dos nossos escravos como alimento aos cães e aos porcos e até matar os adultos nos troncos, sob o guiaste infame da chibata, além de nos permitir praticar abusos inconfessáveis contra as mulheres cativas.

Apesar disso, não nos tornamos criminosos perante as leis da Terra, mas ferimos profundamente as leis naturais e as leis divinas.
É por esse motivo que jamais devemos julgar ou condenar quem quer que seja. Talvez os erros que apontamos no nosso próximo sejam aqueles que mais praticamos no passado. Hoje entendemos por que Jesus desafiou a turba sequiosa pela condenação, afirmando: "Atire a primeira pedra quem não tiver pecado".

As pessoas habituadas ao perdão sofrem menos do que aqueles que ainda se deixam envolver pela ideia de que perdoar irrestritamente é abdicar dos próprios direitos supostamente conferidos pelas leis humanas. Com isso, arrastam-se durante uma vida duelando mentalmente ou juridicamente em uma luta inglória que culminará somente com perdedores perante as leis naturais da vida.

Os movimentos que alguns realizam para agravar as penas sobre os infelizes que optaram pelo crime, quase sempre, nasceram do sentimento de vingança e de ódio daqueles que tiveram seus interesses ou entes queridos feridos pela vi-olência, que não é causa, mas sim um efeito gerado por uma sociedade que ajudamos a construir.

Se, diante de tais factos, percebemos claramente a importância do perdão até para com os criminosos do mundo, imaginemos a importância do perdão entre aqueles que estão ligados a nós pelos laços consanguíneos ou por um parentesco indirecto, submetendo-nos, por força das circunstâncias, a uma convivência útil e necessária.

No decorrer dos factos aqui relatados, o leitor vai descobrir que, em certos momentos da nossa vida, sofremos muitos dissabores desnecessários por não termos aprendido a exercitar o perdão.


"O mundo é pequeno! Até as pedras se encontram!"
São afirmações populares que apontam para uma grande verdade. Cedo ou tarde, todos nos reencontraremos. Façamos o melhor para o nosso próximo, para que tenha de nós uma boa impressão, a fim de, por ocasião do reencontro, sejamos felizes...


Vou dar um novo rumo ao blog...mas nem tao diferente assim!!!

Vou dar um novo rumo ao blog...mas nem tao diferente assim!!!


Olá queridas (os) amigas (os) que por acaso leem meu blog!

Estive afastada por uns tempos, mas volto hoje com força total :)

Decidi passar a dividir com vocês partes de livros (e/ou mesmo alguns por inteiro) que tenha achado interessante e válido para quem sabe lerem também.

Vou comecar com o livro "Perdão - O caminho da Felicidade" de Nelson Moraes orientado por Aulus.

Beijo

Raquel

21/01/2013

RESPONSABILIDADE PERANTE A VIDA_por Wellington Rocha Balbo

Temos grande responsabilidade perante a vida.  
Nossos pensamentos, acções, palavras, sentimentos, flutuam no universo a procura de solo fértil para frutificar.  
Forçoso admitir que permutando experiências com outras pessoas, influenciamos e somos influenciados, a vida em sociedade, necessariamente implica em responsabilidade, afinal, não estamos a sós, somos rodeados por nuvens de testemunhas, que muitas vezes se apóiam em nossa maneira de ver a vida, as pessoas, o mundo, para formaram suas opiniões.  
Com a globalização e as informações transitando pelos quatro cantos do mundo à velocidade da luz, com a tecnologia nos colocando em contacto com todos os recantos do universo, nossa responsabilidade aumentou muito, porquanto, nossas idéias, estão acessíveis a um maior número de pessoas.
Por isso, o bom senso, é virtude das mais importantes; onde falta o bom senso, abre-se espaço para os desentendimentos, a palavra amarga, a critica azeda, o destempero, a polêmica inútil...
Uma palavra rude, endereçada à alguém que se encontra mutilado por criticas têm o poder de desestimular ainda mais. Um pensamento enfermiço destinado a quem anda em desequilíbrio psíquico têm o poder de desestabilizar ainda mais.
Dia desses, recebi um e-mail onde o autor fazia clara apologia ao suicídio, dizia ele:
- Gosto da idéia de que podemos escolher o lugar, como e onde iremos morrer, gosto da idéia do suicídio!
Lamentável artigo! O autor utiliza seu talento para plantar sementes de desesperança e confusão.
Fiquei a imaginar um artigo desses caindo nas mãos de alguém que traz o coração dilacerado pela dor e a alma enfermiça acalentando a idéia de auto extermínio.
Certamente será um grande empurrão para quem esta à beira do abismo existencial.
Faltou sensibilidade e responsabilidade ao autor, sabendo que seus escritos ultrapassam não raro fronteiras, deveria cultivar a prudência na hora de emitir opinião concernente a tema de tamanha gravidade.
Tem pessoas com extremo talento e que infelizmente aproveitam essa habilidade para irradiar dor, desolação, medo, tristeza...  Como explicar isso?
Falta-lhes algo primordial: Bom senso! Como se diz vulgarmente: Falta-lhes “desconfiômetro”...
Todavia, algo de que não poderão se furtar é a responsabilidade da colheita de suas plantações.
A lei de causa e efeito é implacável, atua-se com irresponsabilidade, certamente compromete-se com o reajuste, muitas vezes doloroso, porém, antes de mais nada pedagógico.


E assim, de reajuste em reajuste, vamos aprendendo a ter responsabilidade perante nossos actos, palavras, pensamentos...



Pensemos nisso...

02/05/2012


6 LIÇÕES PARA CONQUISTAR TODOS OS SEUS DESEJOS - Revista claudia

Diferenciar o que é urgente do que é importante aumenta sua realização pessoal e profissional.
conquistar-seus-desejos-ame-sua-vida
Muitas vezes a vida fica mais dura e difícil do que deveria porque nos enredamos com uma porção de tarefas que são urgentes, e não conseguimos folga para fazer o que consideramos importante. E o que é importante? É poder realizar atividades que tragam resultados. Por exemplo: brincar com o filho, escrever um livro, viajar. Já a palavra urgente vem de urgis (mandatório) e está diretamente ligada a pressão, trazendo, muitas vezes, mais stress e cobranças do que alegrias.

Ok, a lista de obrigações que o chefe passa é urgente, não dá para não cumprir o que ele pede. A lista de tarefas domésticas também é urgente, nem sempre temos a quem delegar. E tem ainda a necessidade de pintar o cabelo (depois de 15 dias os fios brancos “gritam” no alto da cabeça), de ligar para a mãe (carente da nossa atenção), de levar o carro para a inspeção veicular obrigatória, de pagar todas as contas em dia...
E como ficam as coisas importantes, deixadas de lado menos por acomodação e mais por circunstâncias? A verdade é que não fazê-las causa uma baita frustração. Ainda mais porque geralmente agrega valor o que é importante, e não o que é urgente, por mais que a gente precise dar conta desses dois lados da balança. Pronta para abrir espaço na sua agenda para o que é importante?
O movimento Ame Sua Vida sugere:
1. Pôr no papel ou no Ipad seus objetivos e indicar o senso de importância de cada um. Isso ajuda a priorizar.
2. Fazer o mesmo com as urgências, listando-as e indicando em qual tempo precisam ser concluídas. Pode ser que não tenha que fazer com tanta pressa quanto achava no início.
3. Pedir ajuda. Às vezes queremos bancar a Mulher Maravilha, achando que podemos e devemos dar conta de tudo sozinhas. Pedir ajuda não é vergonha, não é nenhuma fraqueza. Pode ser uma atitude sábia — e necessária.
4. Cortar as reuniões de trabalho sem objetivo claro.
5. Responder ao chefe “qual a sua prioridade?” quando ele já tiver passado três tarefas urgentes e quiser acrescentar mais uma. Isso o forçará a reconhecer que não pode exigir quatro coisas ao mesmo tempo.
6. Aprender a dizer não: se, por exemplo, alguém pede um favor impossível de cumprir. Com delicadeza, com argumentos, com a certeza de estar tomando a atitude mais correta e sensata.




22/04/2012


Quando recomecar vale a pena!!

Persistir, se reinventar, se refazer e sonhar são habilidades que dominamos como nenhum outro ser na face da Terra. E é a esperança que nos mantém ali, soprando em nossos ouvidos que seremos vencedores. Mas, como qualquer jogador sensato, precisamos reconhecer o momento exato de abandonar o páreo. "Enquanto a pessoa enxergar possibilidades, deve insistir", opina o filósofo e professor Mario Sergio Cortella, autor de Não Nascemos Prontos! Provocações Filosóficas (ed. Vozes).

Repetir o mesmo padrão de comportamento, além de cansativo, enfraquece a forma de nos posicionarmos no mundo. "Quando ficamos presos a uma ideia, nos enrijecemos e nossa energia é rapidamente consumida por esse estado mental", esclarece Celina.


Eis um problema: por medo da mudança, muitas pessoas permanecem presas a uma história há muito desgastada ao invés de começar outra do zero. E, nesse meio tempo, se recusam a ver os inúmeros sinais de que aquela situação está se arrastando. 

"É preciso coragem para encerrar uma história antiga. Por isso, é muito comum nos agarrarmos ao que já conhecemos, mesmo que não seja bom. Adaptamo-nos ao terreno e ali permanecemos. Afinal, sabemos onde ficam seus buracos e suas minas, e mais, sabemos entortar o pé para não pisar neles".

Coragem para recomeçar
Para fugir dessa posição de descrédito perante os outros e nós mesmas, temos de aprender a sustentar nossas posições com firmeza. E para mudar de atitude, é preciso, antes, compreender por que teimamos em ouvir sempre a mesma música. Sem esse reconhecimento, dizem as especialistas, fica difícil trocar o disco.

E esse ciclo vicioso só é interrompido quando investimos no autoconhecimento a ponto de estarmos aptas a responder a três perguntas cruciais que nos colocam em contato com nosso mundo interno: O que eu posso hoje? O que eu quero hoje? Do que eu preciso hoje? 


Além disso, devemos reorganizar nossa casa interior sempre que ela estiver entulhada de desejos (vivos e mortos), identificando os projetos que ainda pulsam dentro de nós e, por isso, merecem uma segunda chance e descartando os que perderam a razão de ser.

27/02/2012

Olá queridas (os) amigas (os)!! Perdoem me a ausência...ando super ocupada, correndo atrás de alguns sonhos profissionais!!! Assim que possivel postarei novas mensagens!!


Sejam muito felizes com suas escolhas!!!
Beijos


02/02/2012

Nunca existiu uma pessoa como você antes, nem nunca existirá!!! 



Nunca existiu uma pessoa como você antes, nem nunca existirá!!!

Nunca existiu uma pessoa como você antes, não existe ninguém

neste mundo como você agora e nem nunca existirá.
Veja só o respeito que a vida tem por você.
Você é uma obra de arte — impossível de repetir,
incomparável, absolutamente única."

Sempre que houver alternativas tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortavel, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. 
Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências. Não se preocupe com a perfeição. Substitua a palavra "perfeição" por "totalidade". Não pense que você tem de ser perfeito, pense que tem de ser total. A totalidade dá a você uma dimensão diferente."


OSHO (O Bosque de Berkana)

18/12/2011

21/11/2011

Inteligência emocional, 12 chaves para a sua vida

Desde que Daniel Goleman escreveu Inteligência Emocional, o assunto parece ter encontrado o seu caminho na literatura de sucesso em todo o mundo. Mas o que é exactamente a Inteligência Emocional e porque é considerado um tema tão importante pela maioria das pessoas de sucesso?
Pois bem o “porquê” parece bastante claro. Muitas pessoas acham-se pessoas de sucesso em todas as formas tradicionais (dinheiro, vida social, etc), mas mesmo assim não se sentido satisfeitas. Criar um significado na vida requer necessariamente uma forte componente de relacionamentos entre o indivíduo e tudo o que o rodeia, e para isso é necessária a Inteligência Emocional.
Neste momento a pergunta será, “Mas como é que criamos um forte sentido dessa tal de Inteligência Emocional ?”. Neste artigo vou descrever os doze aspectos envolvidos e também uma breve descrição sobre cada um.

1. Consciência

Reconhecer individualmente cada emoção e como é que ocorrem, entender também o porquê daquela emoção. Compreender os seus efeitos (bons ou maus) sobre você.

2. Controle

Resistir aos impulsos, manter a calma mesmo quando o caos prevalece, e pensar sempre de forma ponderada, quando os que o rodeiam não podem

3. Avaliação

Conhecer os seus pontos fortes e as suas fraquezas, aprendendo com os erros, e tentar sempre construir com base no que já tem numa tentativa de se tornar melhor.

4. Visão

Criar um sentido de orientação na sua vida, tentando prever e antecipar problemas, necessidades antes que surjam, e prestando atenção aos detalhes.

5. Criatividade

Pensar sempre mais além, desenvolver tolerância pela ambiguidade, e mantendo uma abertura à mudança, porque tudo na vida muda, não se oponha à mudança.

6. Inovação

Procurar soluções não convencionais para os problemas, mantendo o espírito aberto à novidade, e aplicando a criatividade em formas práticas.

7. Ambição

Definir metas difíceis mas atingíveis, elevar constantemente a barra em busca da excelência, e alimentando a necessidade de realização sempre que puder.

8. Iniciativa

Dê o primeiro passo quando surge a oportunidade, nunca se retraia apenas porque não é a sua descrição de trabalho, e terá por vezes de flexibilizar as regras quando se tratar de fazer progressos.

9. Carácter

Aceite a responsabilidade pelo seu desempenho individual, adoptando uma abordagem centrada no seu trabalho, e ter a compreensão de que mais ninguém tem a culpa das suas incapacidades.

10. Adaptabilidade

Admita o erro quando falhar, permanecendo flexível diante os obstáculos, e nunca ser demasiado teimoso quando é necessário mudar.

11. Independência

Viver com um inabalável senso de quem você é, de fazer as suas próprias decisões em face da pressão de outros, e não ter medo de agir apesar das enormes dúvidas e do possível risco.

12. Optimismo

Compreenda que todos cometem erros, mas escolha persistir, não importa quantas vezes tenha fracassado, e mantenha sempre a esperança que o sucesso estará ao virar da esquina.
Tenha a consciência que a melhor maneira de mudar um hábito é faze-lo durante um mês e um hábito de cada vez. Comece no topo da lista a trabalhar a sua inteligência emocional ou simplesmente escolha aquele que para si terá maior impacto imediato na sua vida seguindo com o mesmo raciocínio para o seguinte.
Lenta mas seguramente, irá começar a ver as mudanças na sua vida. Desde que reserve algum tempo para gravar estes comportamentos no seu íntimo eles irão permanecer sempre consigo e você sentirá certamente a diferença ao longo da sua vida à medida que vai fortalecendo a sua inteligência emocional.