26/08/2014
13/08/2013
"Perdão- O caminho da Felicidade"
(de Nelson Moraes orientado por Aulus)
O PORQUÊ DO PERDÃO
Com os inegáveis
avanços da ciência, o homem, em seus arroubos de grandeza, gasta valiosos
recursos tentando ampliar seu domínio ao espaço cósmico, sem ao menos ter
aprendido a viver no diminuto espaço que ocupa na sociedade onde convive com o
seu semelhante.
Cada presídio construído no mundo comprova essa realidade, atestando o grau de
ignorância em que ainda se encontra o homem na Terra. Não falamos da ignorância
cultural ou inocente, mas da mais grave de todas as ignorâncias que predomina
não só entre os incultos, mas principalmente nos meios ditos esclarecidos.
A tecnologia encurtou distâncias e ampliou as comunicações, proporcionando ao
homem tomar conhecimento em poucos instantes de tudo o que acontece no mundo.
Entretanto, com todos esses recursos, por incrível que pareça, a grande maioria
dos homens ainda continua ignorante da sua real natureza e da verdadeira
finalidade da vida.
É essa a ignorância que contribui para o aumento da criminalidade e o
crescimento constante da população carcerária em todo o mundo. Se analisarmos o
problema da criminalidade de forma um pouco mais profunda, vamos perceber que,
na verdade, não existem criminosos, o que existe são dois tipos de vítimas
dessa ignorância: a vítima passiva e a vítima activa.
Os violentos, os desonestos, os corruptos, e os criminosos de toda sorte são as
vítimas activas que, sem compreenderem o verdadeiro significado da vida,
acham-se no direito de tomar para si o que não conseguiram conquistar pelos
meios adequados e justos.
Vítimas da própria ignorância, serão julgados no tribunal da própria
consciência onde o remorso os condenará a duras penas que poderão representar
séculos de sofrimentos até que, como vítimas da violência que usaram hoje,
resgatem seus crimes no futuro.
Por outro lado, menos doloroso, nossos irmãos que sucumbiram como vítimas
passivas, provavelmente, são criminosos de outrora que retornaram ao mundo
físico para resgatarem a consciência atormentada pelos crimes cometidos em
encarnações passadas. Como vítimas hoje, retornaram ao mundo espiritual
aliviados em suas consciências.
Aqueles que sofreram da violência apenas prejuízos morais, materiais ou
físicos, com certeza, submeteram-se a provações que, se compreendidas, servirão
de lastro para grandes conquistas na renovação dos seus sentimentos, resgatando
os equívocos cometidos no pretérito.
Analisando as duas situações, percebe-se que o ser humano, em qualquer
circunstância, é sempre uma vítima de si mesmo e da sua ignorância; além disso,
o mal que pratica acaba servindo aos propósitos divinos no cumprimento das suas
leis sábias e justas que punem os criminosos de ontem, através dos criminosos
de hoje. Todos são dignos da nossa compreensão!
Até que consigamos superar esse período de ignorância espiritual em que vive a
maioria dos seres encarnados, os cárceres, os hospitais e os manicómios estarão
sempre lotados.
Não quero, sob esse argumento, isentar da culpa aqueles que optaram pelos
caminhos do crime, mas apenas chamar a atenção a um sentimento que, estimulado
pela média, parece se generalizar na grande maioria das mentes
desprevenidas. Trata-se da ideia de que os criminosos são seres à parte do
contexto social e incapazes de qualquer recuperação.
Não podemos generalizar e nem tão pouco esquecer de que, há menos de cento e
cinquenta anos, as leis humanas permitiam a muitos de nós, reencarnados naquela
época, dar os filhos recém nascidos dos nossos escravos como alimento aos cães
e aos porcos e até matar os adultos nos troncos, sob o guiaste infame da chibata,
além de nos permitir praticar abusos inconfessáveis contra as mulheres cativas.
Apesar disso, não nos tornamos criminosos perante as leis da Terra, mas ferimos
profundamente as leis naturais e as leis divinas.
É por esse motivo que jamais devemos julgar ou condenar quem quer que seja.
Talvez os erros que apontamos no nosso próximo sejam aqueles que mais
praticamos no passado. Hoje entendemos por que Jesus desafiou a turba sequiosa
pela condenação, afirmando: "Atire a primeira pedra quem não tiver pecado".
As pessoas habituadas ao perdão sofrem menos do que aqueles que ainda se deixam
envolver pela ideia de que perdoar irrestritamente é abdicar dos próprios
direitos supostamente conferidos pelas leis humanas. Com isso, arrastam-se
durante uma vida duelando mentalmente ou juridicamente em uma luta inglória que
culminará somente com perdedores perante as leis naturais da vida.
Os movimentos que alguns realizam para agravar as penas sobre os infelizes que
optaram pelo crime, quase sempre, nasceram do sentimento de vingança e de ódio
daqueles que tiveram seus interesses ou entes queridos feridos pela vi-olência,
que não é causa, mas sim um efeito gerado por uma sociedade que ajudamos a
construir.
Se, diante de tais factos, percebemos claramente a importância do perdão até
para com os criminosos do mundo, imaginemos a importância do perdão entre
aqueles que estão ligados a nós pelos laços consanguíneos ou por um parentesco
indirecto, submetendo-nos, por força das circunstâncias, a uma convivência útil
e necessária.
No decorrer dos factos aqui relatados, o leitor vai descobrir que, em certos
momentos da nossa vida, sofremos muitos dissabores desnecessários por não
termos aprendido a exercitar o perdão.
"O mundo é pequeno! Até as pedras se encontram!"
São afirmações populares que apontam para uma grande verdade. Cedo ou tarde,
todos nos reencontraremos. Façamos o melhor para o nosso próximo, para que
tenha de nós uma boa impressão, a fim de, por ocasião do reencontro, sejamos
felizes...
"Perdão- O caminho da Felicidade"
(de Nelson Moraes orientado por Aulus)
O PORQUÊ DO PERDÃO
Com os inegáveis
avanços da ciência, o homem, em seus arroubos de grandeza, gasta valiosos
recursos tentando ampliar seu domínio ao espaço cósmico, sem ao menos ter
aprendido a viver no diminuto espaço que ocupa na sociedade onde convive com o
seu semelhante.
Cada presídio construído no mundo comprova essa realidade, atestando o grau de ignorância em que ainda se encontra o homem na Terra. Não falamos da ignorância cultural ou inocente, mas da mais grave de todas as ignorâncias que predomina não só entre os incultos, mas principalmente nos meios ditos esclarecidos.
A tecnologia encurtou distâncias e ampliou as comunicações, proporcionando ao homem tomar conhecimento em poucos instantes de tudo o que acontece no mundo. Entretanto, com todos esses recursos, por incrível que pareça, a grande maioria dos homens ainda continua ignorante da sua real natureza e da verdadeira finalidade da vida.
É essa a ignorância que contribui para o aumento da criminalidade e o crescimento constante da população carcerária em todo o mundo. Se analisarmos o problema da criminalidade de forma um pouco mais profunda, vamos perceber que, na verdade, não existem criminosos, o que existe são dois tipos de vítimas dessa ignorância: a vítima passiva e a vítima activa.
Os violentos, os desonestos, os corruptos, e os criminosos de toda sorte são as vítimas activas que, sem compreenderem o verdadeiro significado da vida, acham-se no direito de tomar para si o que não conseguiram conquistar pelos meios adequados e justos.
Vítimas da própria ignorância, serão julgados no tribunal da própria consciência onde o remorso os condenará a duras penas que poderão representar séculos de sofrimentos até que, como vítimas da violência que usaram hoje, resgatem seus crimes no futuro.
Por outro lado, menos doloroso, nossos irmãos que sucumbiram como vítimas passivas, provavelmente, são criminosos de outrora que retornaram ao mundo físico para resgatarem a consciência atormentada pelos crimes cometidos em encarnações passadas. Como vítimas hoje, retornaram ao mundo espiritual aliviados em suas consciências.
Aqueles que sofreram da violência apenas prejuízos morais, materiais ou físicos, com certeza, submeteram-se a provações que, se compreendidas, servirão de lastro para grandes conquistas na renovação dos seus sentimentos, resgatando os equívocos cometidos no pretérito.
Analisando as duas situações, percebe-se que o ser humano, em qualquer circunstância, é sempre uma vítima de si mesmo e da sua ignorância; além disso, o mal que pratica acaba servindo aos propósitos divinos no cumprimento das suas leis sábias e justas que punem os criminosos de ontem, através dos criminosos de hoje. Todos são dignos da nossa compreensão!
Até que consigamos superar esse período de ignorância espiritual em que vive a maioria dos seres encarnados, os cárceres, os hospitais e os manicómios estarão sempre lotados.
Não quero, sob esse argumento, isentar da culpa aqueles que optaram pelos caminhos do crime, mas apenas chamar a atenção a um sentimento que, estimulado pela média, parece se generalizar na grande maioria das mentes desprevenidas. Trata-se da ideia de que os criminosos são seres à parte do contexto social e incapazes de qualquer recuperação.
Não podemos generalizar e nem tão pouco esquecer de que, há menos de cento e cinquenta anos, as leis humanas permitiam a muitos de nós, reencarnados naquela época, dar os filhos recém nascidos dos nossos escravos como alimento aos cães e aos porcos e até matar os adultos nos troncos, sob o guiaste infame da chibata, além de nos permitir praticar abusos inconfessáveis contra as mulheres cativas.
Apesar disso, não nos tornamos criminosos perante as leis da Terra, mas ferimos profundamente as leis naturais e as leis divinas.
É por esse motivo que jamais devemos julgar ou condenar quem quer que seja. Talvez os erros que apontamos no nosso próximo sejam aqueles que mais praticamos no passado. Hoje entendemos por que Jesus desafiou a turba sequiosa pela condenação, afirmando: "Atire a primeira pedra quem não tiver pecado".
As pessoas habituadas ao perdão sofrem menos do que aqueles que ainda se deixam envolver pela ideia de que perdoar irrestritamente é abdicar dos próprios direitos supostamente conferidos pelas leis humanas. Com isso, arrastam-se durante uma vida duelando mentalmente ou juridicamente em uma luta inglória que culminará somente com perdedores perante as leis naturais da vida.
Os movimentos que alguns realizam para agravar as penas sobre os infelizes que optaram pelo crime, quase sempre, nasceram do sentimento de vingança e de ódio daqueles que tiveram seus interesses ou entes queridos feridos pela vi-olência, que não é causa, mas sim um efeito gerado por uma sociedade que ajudamos a construir.
Se, diante de tais factos, percebemos claramente a importância do perdão até para com os criminosos do mundo, imaginemos a importância do perdão entre aqueles que estão ligados a nós pelos laços consanguíneos ou por um parentesco indirecto, submetendo-nos, por força das circunstâncias, a uma convivência útil e necessária.
No decorrer dos factos aqui relatados, o leitor vai descobrir que, em certos momentos da nossa vida, sofremos muitos dissabores desnecessários por não termos aprendido a exercitar o perdão.
"O mundo é pequeno! Até as pedras se encontram!"
São afirmações populares que apontam para uma grande verdade. Cedo ou tarde, todos nos reencontraremos. Façamos o melhor para o nosso próximo, para que tenha de nós uma boa impressão, a fim de, por ocasião do reencontro, sejamos felizes...
Vou dar um novo rumo ao blog...mas nem tao diferente assim!!!
Vou dar um novo rumo ao blog...mas nem tao
diferente assim!!!
Olá queridas (os) amigas (os) que por acaso
leem meu blog!
Estive afastada por uns tempos, mas volto
hoje com força total :)
Decidi passar a dividir com vocês partes de
livros (e/ou mesmo alguns por inteiro) que tenha achado interessante e válido
para quem sabe lerem também.
Vou comecar com o livro "Perdão - O
caminho da Felicidade" de Nelson Moraes orientado por Aulus.
Beijo
Raquel
21/01/2013
RESPONSABILIDADE PERANTE A VIDA_por Wellington Rocha Balbo
Temos grande responsabilidade perante a vida.
Nossos
pensamentos, acções, palavras, sentimentos, flutuam no universo a procura de
solo fértil para frutificar.
Forçoso admitir
que permutando experiências com outras pessoas, influenciamos e somos
influenciados, a vida em sociedade, necessariamente implica em
responsabilidade, afinal, não estamos a sós, somos rodeados por nuvens de
testemunhas, que muitas vezes se apóiam em nossa maneira de ver a vida, as
pessoas, o mundo, para formaram suas opiniões.
Com a
globalização e as informações transitando pelos quatro cantos do mundo à
velocidade da luz, com a tecnologia nos colocando em contacto com todos os
recantos do universo, nossa responsabilidade aumentou muito, porquanto, nossas
idéias, estão acessíveis a um maior número de pessoas.
Por isso, o bom
senso, é virtude das mais importantes; onde falta o bom senso, abre-se espaço
para os desentendimentos, a palavra amarga, a critica azeda, o destempero, a
polêmica inútil...
Uma palavra
rude, endereçada à alguém que se encontra mutilado por criticas têm o poder de
desestimular ainda mais. Um pensamento enfermiço destinado a quem anda em
desequilíbrio psíquico têm o poder de desestabilizar ainda mais.
Dia desses,
recebi um e-mail onde o autor fazia clara apologia ao suicídio, dizia ele:
- Gosto da
idéia de que podemos escolher o lugar, como e onde iremos morrer, gosto da
idéia do suicídio!
Lamentável
artigo! O autor utiliza seu talento para plantar sementes de desesperança e confusão.
Fiquei a
imaginar um artigo desses caindo nas mãos de alguém que traz o coração
dilacerado pela dor e a alma enfermiça acalentando a idéia de auto extermínio.
Certamente será
um grande empurrão para quem esta à beira do abismo existencial.
Faltou sensibilidade
e responsabilidade ao autor, sabendo que seus escritos ultrapassam não raro
fronteiras, deveria cultivar a prudência na hora de emitir opinião concernente
a tema de tamanha gravidade.
Tem pessoas com
extremo talento e que infelizmente aproveitam essa habilidade para irradiar
dor, desolação, medo, tristeza... Como explicar isso?
Falta-lhes algo
primordial: Bom senso! Como se diz vulgarmente: Falta-lhes “desconfiômetro”...
Todavia, algo
de que não poderão se furtar é a responsabilidade da colheita de suas
plantações.
A lei de causa
e efeito é implacável, atua-se com irresponsabilidade, certamente compromete-se
com o reajuste, muitas vezes doloroso, porém, antes de mais nada pedagógico.
E assim, de
reajuste em reajuste, vamos aprendendo a ter responsabilidade perante nossos
actos, palavras, pensamentos...
Pensemos nisso...
02/05/2012
6
LIÇÕES PARA CONQUISTAR TODOS OS SEUS DESEJOS - Revista claudia
Diferenciar
o que é urgente do que é importante aumenta sua realização pessoal e
profissional.
Muitas
vezes a vida fica mais dura e difícil do que deveria porque nos enredamos com
uma porção de tarefas que são urgentes, e não conseguimos folga para fazer o
que consideramos importante. E o que é importante? É poder realizar atividades
que tragam resultados. Por exemplo: brincar com o filho, escrever um livro,
viajar. Já a palavra urgente vem de urgis (mandatório) e está diretamente
ligada a pressão, trazendo, muitas vezes, mais stress e cobranças do que
alegrias.
Ok, a lista de obrigações que o chefe passa é urgente,
não dá para não cumprir o que ele pede. A lista de tarefas domésticas também é
urgente, nem sempre temos a quem delegar. E tem ainda a necessidade de pintar o
cabelo (depois de 15 dias os fios brancos “gritam” no alto da cabeça), de ligar
para a mãe (carente da nossa atenção), de levar o carro para a inspeção
veicular obrigatória, de pagar todas as contas em dia...
E como ficam as coisas importantes, deixadas de lado
menos por acomodação e mais por circunstâncias? A verdade é que não fazê-las
causa uma baita frustração. Ainda mais porque geralmente agrega valor o que é
importante, e não o que é urgente, por mais que a gente precise dar conta
desses dois lados da balança. Pronta para abrir espaço na sua agenda para o que
é importante?
O movimento Ame Sua Vida sugere:
1. Pôr no papel ou no Ipad seus objetivos e
indicar o senso de importância de cada um. Isso ajuda a priorizar.
2. Fazer o mesmo com as urgências, listando-as e
indicando em qual tempo precisam ser concluídas. Pode ser que não tenha que
fazer com tanta pressa quanto achava no início.
3. Pedir ajuda. Às vezes queremos bancar a
Mulher Maravilha, achando que podemos e devemos dar conta de tudo sozinhas.
Pedir ajuda não é vergonha, não é nenhuma fraqueza. Pode ser uma atitude sábia
— e necessária.
4. Cortar as reuniões de trabalho sem
objetivo claro.
5. Responder ao chefe “qual a sua
prioridade?” quando ele já tiver passado três tarefas urgentes e quiser
acrescentar mais uma. Isso o forçará a reconhecer que não pode exigir quatro
coisas ao mesmo tempo.
6. Aprender a dizer não: se, por exemplo,
alguém pede um favor impossível de cumprir. Com delicadeza, com argumentos, com
a certeza de estar tomando a atitude mais correta e sensata.
22/04/2012
Quando recomecar vale a pena!!
Persistir, se reinventar, se refazer e sonhar são
habilidades que dominamos como nenhum outro ser na face da Terra. E é a
esperança que nos mantém ali, soprando em nossos ouvidos que seremos
vencedores. Mas, como qualquer jogador sensato, precisamos reconhecer o momento
exato de abandonar o páreo. "Enquanto a pessoa enxergar possibilidades,
deve insistir", opina o filósofo e professor Mario Sergio Cortella, autor
de Não Nascemos Prontos! Provocações Filosóficas (ed. Vozes).
Repetir o mesmo padrão de comportamento, além de
cansativo, enfraquece a forma de nos posicionarmos no mundo. "Quando
ficamos presos a uma ideia, nos enrijecemos e nossa energia é rapidamente
consumida por esse estado mental", esclarece Celina.
Eis um problema:
por medo da mudança, muitas pessoas permanecem presas a uma história há muito
desgastada ao invés de começar outra do zero. E, nesse meio tempo, se recusam a
ver os inúmeros sinais de que aquela situação está se arrastando.
"É
preciso coragem para encerrar uma história antiga. Por isso, é muito comum nos
agarrarmos ao que já conhecemos, mesmo que não seja bom. Adaptamo-nos ao
terreno e ali permanecemos. Afinal, sabemos onde ficam seus buracos e suas
minas, e mais, sabemos entortar o pé para não pisar neles".
Coragem para recomeçar
Para fugir dessa posição de descrédito perante os outros
e nós mesmas, temos de aprender a sustentar nossas posições com firmeza. E para
mudar de atitude, é preciso, antes, compreender por que teimamos em ouvir sempre
a mesma música. Sem esse reconhecimento, dizem as especialistas, fica difícil
trocar o disco.
E esse ciclo vicioso só é interrompido quando investimos
no autoconhecimento a ponto de estarmos aptas a responder a três perguntas
cruciais que nos colocam em contato com nosso mundo interno: O que eu posso
hoje? O que eu quero hoje? Do que eu preciso hoje?
Além disso, devemos reorganizar nossa casa interior
sempre que ela estiver entulhada de desejos (vivos e mortos), identificando os
projetos que ainda pulsam dentro de nós e, por isso, merecem uma segunda chance
e descartando os que perderam a razão de ser.
27/02/2012
02/02/2012
Nunca
existiu uma pessoa como você antes, nem nunca existirá!!!
Nunca existiu uma pessoa como você antes, não existe ninguém
neste mundo como você agora e nem nunca existirá.
Veja só o respeito que a vida tem por você.
Você é uma obra de arte — impossível de repetir,
incomparável, absolutamente única."
Sempre que houver alternativas tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortavel, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso.
Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências. Não se preocupe com a perfeição. Substitua a palavra "perfeição" por "totalidade". Não pense que você tem de ser perfeito, pense que tem de ser total. A totalidade dá a você uma dimensão diferente."
OSHO (O Bosque de Berkana)
Veja só o respeito que a vida tem por você.
Você é uma obra de arte — impossível de repetir,
incomparável, absolutamente única."
Sempre que houver alternativas tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortavel, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso.
Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências. Não se preocupe com a perfeição. Substitua a palavra "perfeição" por "totalidade". Não pense que você tem de ser perfeito, pense que tem de ser total. A totalidade dá a você uma dimensão diferente."
OSHO (O Bosque de Berkana)
18/12/2011
21/11/2011
Inteligência emocional, 12 chaves para a sua vida
Desde que Daniel Goleman escreveu Inteligência Emocional, o assunto parece ter encontrado o seu caminho na literatura de sucesso em todo o mundo. Mas o que é exactamente a Inteligência Emocional e porque é considerado um tema tão importante pela maioria das pessoas de sucesso?
Pois bem o “porquê” parece bastante claro. Muitas pessoas acham-se pessoas de sucesso
em todas as formas tradicionais (dinheiro, vida social, etc), mas mesmo
assim não se sentido satisfeitas. Criar um significado na vida requer
necessariamente uma forte componente de relacionamentos entre o
indivíduo e tudo o que o rodeia, e para isso é necessária a Inteligência
Emocional.
Neste momento a pergunta será, “Mas como é que criamos um forte
sentido dessa tal de Inteligência Emocional ?”. Neste artigo vou
descrever os doze aspectos envolvidos e também uma breve descrição sobre
cada um.
1. Consciência
Reconhecer individualmente cada emoção e como é que ocorrem, entender
também o porquê daquela emoção. Compreender os seus efeitos (bons ou
maus) sobre você.
2. Controle
Resistir aos impulsos, manter a calma mesmo quando o caos prevalece, e
pensar sempre de forma ponderada, quando os que o rodeiam não podem
3. Avaliação
Conhecer os seus pontos fortes e as suas fraquezas, aprendendo com os
erros, e tentar sempre construir com base no que já tem numa tentativa
de se tornar melhor.
4. Visão
Criar um sentido de orientação na sua vida, tentando prever e
antecipar problemas, necessidades antes que surjam, e prestando atenção
aos detalhes.
5. Criatividade
Pensar sempre mais além, desenvolver tolerância pela ambiguidade, e
mantendo uma abertura à mudança, porque tudo na vida muda, não se oponha
à mudança.
6. Inovação
Procurar soluções não convencionais para os problemas, mantendo o
espírito aberto à novidade, e aplicando a criatividade em formas
práticas.
7. Ambição
Definir metas difíceis mas atingíveis, elevar constantemente a barra
em busca da excelência, e alimentando a necessidade de realização sempre
que puder.
8. Iniciativa
Dê o primeiro passo quando surge a oportunidade, nunca se retraia
apenas porque não é a sua descrição de trabalho, e terá por vezes de
flexibilizar as regras quando se tratar de fazer progressos.
9. Carácter
Aceite a responsabilidade pelo seu desempenho individual, adoptando
uma abordagem centrada no seu trabalho, e ter a compreensão de que mais
ninguém tem a culpa das suas incapacidades.
10. Adaptabilidade
Admita o erro quando falhar, permanecendo flexível diante os
obstáculos, e nunca ser demasiado teimoso quando é necessário mudar.
11. Independência
Viver com um inabalável senso de quem você é, de fazer as suas
próprias decisões em face da pressão de outros, e não ter medo de agir
apesar das enormes dúvidas e do possível risco.
12. Optimismo
Compreenda que todos cometem erros, mas escolha persistir, não
importa quantas vezes tenha fracassado, e mantenha sempre a esperança
que o sucesso estará ao virar da esquina.
Tenha a consciência que a melhor maneira de mudar um hábito é faze-lo durante um mês e um hábito de cada vez. Comece no topo da lista a trabalhar a sua inteligência emocional
ou simplesmente escolha aquele que para si terá maior impacto imediato
na sua vida seguindo com o mesmo raciocínio para o seguinte.
Lenta mas seguramente, irá começar a ver as mudanças na sua vida.
Desde que reserve algum tempo para gravar estes comportamentos no seu
íntimo eles irão permanecer sempre consigo e você sentirá certamente a
diferença ao longo da sua vida à medida que vai fortalecendo a sua
inteligência emocional.
01/11/2011
28/10/2011
Este será um grande dia.... Porque você quer!
A vida segue sempre em frente.
Você pode estar começando ou terminando se dia.
Pode estar no trabalho,
na cama tentando dormir ou acordando, pode estar cheio de saúde ou doente.
Milhares de pessoas em situações e circunstancias muito diferentes estão, a
despeito de tantas diferenças, vivendo sensações e emoções muito parecidas.
Estão nesse momento ligadas pelo
fio sensível e mágico da existência, a vida que se realiza através de cada um. Compartilha-se
assim pelo ar um mundo de idéias, valores, crenças, esperanças e ações que
parecem combinadas.
Nesse exato momento tem
crianças, velhos, jovens, mulheres gordas e magras, homens desempregados,
homens ricos, impotentes e poderosos, crentes e ateus, que apesar das
distancias comungam da mesma graça. A oportunidade de viver mais um dia. Que
bem mais precioso poderíamos desejar
além de uma vida com saúde ?
Neste exato momento por maiores
que sejam as angustias produzidas pela existências nos seres que pensam, o dom
da vida se processa milagrosamente para o bem da humanidade. Aqueles que não
gozam de boa saúde,
tem a perspectiva da melhora e do prolongamento de sua história.
Ainda assim o doente vive a vida
possível a cada amanhecer como um maior dos eventos. Perceber o mundo, saber-se
parte desta complexidade na simplicidade dos dias que se renovam na rotina
cósmica, é uma riqueza acessível aos sábios. Uma possibilidade que iguala os
seres de espírito livre das armadilhas da civilização e da organização humana.
Que você tenha noção dessa
riqueza.
Mais um dia de vida, e esse é o
mais importante bem que você poderia ter hoje, a melhor notícia que cada pessoa
pode receber quando o despertador toca pela manhã.
Em cada despertar você cai do
céu, sai das entranhas milagrosas do tempo para continuar a história da
humanidade. Encontrar um papel, uma missão nesse mundo para fazer valer o seu
tempo, a sua existência, pode ser tudo.
Siga firme, de bem com a vida
deste novo dia como você vem fazendo.De um jeito bonito, alegre, confiante
enfrente suas dificuldades com a cabeça erguida. Você chegará onde quer e
merece chegar. E, mesmo que as coisas estejam difíceis, mesmo que pareça tudo
muito longe de ser conquistado, faça tudo direito e honestamente.
Você se revelará uma pessoa
melhor no fazer as coisas e não na conquista das coisas. Aja como uma pessoa de
bem e do bem, e terá um exército silencioso do seu lado para fazer este dia. E
será um grande dia. Porque você quer!
Por Irineu Toledo
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